Enfim, depois de tanto erro passado tantas retaliações, tanto perigo eis que ressurge noutro esse ser nunca perdido, sempre reencontrado. É bom sentá-lo novamente ao lado com olhos que contêm o olhar antigo sempre comigo um pouco atribulado e como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano sabendo se mover e comover e a disfarçar com o meu próprio engano. Minha filha: um ser que a vida não explica que só se vai ao ver outro nascer e o espelho de minha alma multiplica...segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
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